quarta-feira, 8 de dezembro de 2021


Celebramos a memória dos 157 anos de Ordenação Sacerdotal do nosso querido Fundador Padre Siqueira .

Testemunho

“Conheci muito o Padre Siqueira. Foi meu contemporâneo no Seminário Episcopal de São Paulo, ordenado um ano antes de mim.
Era um sacerdote eminentemente caritativo. Trabalhou muito, percorrendo as províncias do Rio, Minas e São Paulo, angariando donativos para suas obras de caridade.
Estamos lembrado dos esforços e estudos sempre apurados e conscienciosamente feitos, tanto no tempo dos primeiros anos de colégio como no seminário.
O amor pela verdade e por tudo que pudesse torná-lo cada vez mais apto no serviço de Deus, acompanhou-o por toda vida.”

Monsenhor Ezequias de Fontoura – Carta escrita em 1927.

Livro:
PADRE SIQUEIRA - O Profeta da Caridade
Autora: Irmã Neli do Santo Deus,cfa

 

quinta-feira, 11 de novembro de 2021


 

Padre Siqueira

Primeiros passos

 

         Padre Siqueira, agora ordenado Sacerdote, volta para a Diocese de São Paulo onde recebe com entusiasmo a sua nomeação para coadjutor da Paróquia de Mogi das Cruzes,4 dada pelo Bispo Dom Sebastião Pinto do Rego, em 18 de maio de 1865.

 

Soldado de Cristo e voluntário da Pátria

 

           De 1864 a 1870, o Brasil viveu o maior conflito armado ocorrido na América do Sul, a guerra do Paraguai.

            O jovem sacerdote não podia ver as levas de recrutas sem assistência espiritual que diariamente passavam para os campos de batalha. Deixa, pois, a coadjutoria e alista-se no 7º Batalhão de Voluntários da Pátria, como Capelão Alferes, em 22 de julho de 1865.

          A vida no Paraguai e os sacrifícios exigidos abalaram fortemente a saúde do Padre Siqueira. Contraiu ali a tuberculose5, moléstia insidiosa que aos 43 anos de idade, o leva à sepultura.

Regressa a sua terra natal em 18 de novembro de 1865.

 

Visitas direcionadas a fundação de sua obra.

 

            Em Porto Alegre, visita alguns Asilos-Escolas dirigidos pelas Irmãs do Imaculado Coração de Maria. Encontra-se com Madre Bárbara Max e convida-a para trabalhar em sua obra que, naquele momento só existia em seu pensamento.

           Viaja para Montevidéu em 01.01.1866 onde visita obras educacionais, a fim de habilitar-se para a obra que desejava iniciar. Regressa, em 19.03.1866. Ele nos diz que antes de sua viagem a Montevidéu já havia percorrido o interior das províncias de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Viu uma grande desproporção na educação. Em vez de preparar condignamente as pobres órfãs, tecia-lhes um futuro cheio de dor, dando-lhes uma educação inadequada a sua condição.

          “Os tempos se passaram... O anjo da morte passava sobre todos os telhados anunciando a cada dia a orfandade em novas famílias desvalidas! O luto enegrecia as entradas dos templos e as lágrimas lavavam os pavimentos. As choupanas se fechavam e as desgraçadas viúvas cobertas de andrajos, levando diante de si suas tenras filhinhas, apresentavam-se às portas dos taberneiros para solicitar-lhes uma fatia de pão! Meu Deus! Quantos infortúnios eu presenciei, quantos insultos àquelas pobres viúvas!... Quantas atrocidades aquelas infelizes vítimas... Quem  sabe quantos outros horrores ocasionadas pela fome  e pela miséria! Não ! Disse eu, não é possível conter os impulsos do meu coração! Não há para mim maior sacrifício. Não vou salvar toda essa porção frágil e desafortunada da humanidade; uma só infeliz que com a graça do Senhor e a proteção da Augusta Virgem do Amparo, nossa Mãe e Protetora, eu possa salvar do ameaçador naufrágio, já me será uma inexcedível consolação”.6

Em 20.05.1866 assume a Paróquia em São José do Paraíba/SP7. Deixa esta Paróquia um ano depois com o amigo, o bom Padre Godoy.

             Em 25.06.1867 parte para Minas Gerais em companhia do desembargador João Monteiro de Barros e sua família, buscando refazer-se fisicamente perto das águas medicinais de Baipendi.

              É ele que nos diz:

“Daí de Baipendi, seguimos para o Rio de Janeiro. Chegando à Corte, descansei dois meses, sem dar passo algum porque as dificuldades que surgiam diante de mim eram tantas que se me afigurava impossível a minha ação em semelhante época... consultei algumas pessoas e o meu próprio coração e tirei como resultado dar começo à obra sem atender mais à dificuldade alguma8”.

 

Em Petrópolis

 

          O casal Moreira Guimarães, domiciliado em Laranjeiras, Rio de Janeiro/RJ, possuía em Petrópolis, no bairro de Corrêas, a Fazenda da Olaria, onde passava o verão. A esposa, Dona Ana Leocádia era uma Senhora de caráter viril e doce, tinha sempre uma palavra meiga para suavizar as amarguras dos que sofriam.

         Enquanto descansava, o Padre Siqueira encontra o citado casal que o convida para restabelecer sua precária saúde, sua chácara, na Corte, onde foi tratado como verdadeiro filho. Depois, vem com o casal para a na Fazenda da Olaria. Ali o Padre Siqueira recuperava sua saúde, dado à oração, à reflexão, celebrava Missa diária, ora na Capela da Fazenda da Olaria, ora na Capela de Nossa Senhora do Amor Divino, centro da vida religiosa do lugar.

 

Livro:

PADRE SIQUEIRA -  O Profeta da Caridade

Autora: Irmã Neli do Santo Deus,cfa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

4. Sala Histórica EDNSA, OS-1-A.2.14

5. Remédios usados pelo Padre Siqueira, conforme receita médica, de 1869 a 1880. Sala Histórica EDNSA, OS-2-A.01.32

6. Memorial de Viagens Sala Histórica EDNSA, PS-1-A.02-16

7. Memorial de Viagens Sala Histórica EDNSA, PS-1-A.02-15

 

domingo, 1 de agosto de 2021


 

O Sacerdote

 

              Em agosto de 1857, aos 20 anos, bem dotado intelectualmente, com o consentimento de seus pais, João Francisco entra para o Seminário Diocesano, em São Paulo. O Seminário fora inaugurado em 9 de novembro de 1856, tendo a primeira turma 15 alunos. Dirigiam o Seminário os religiosos Capuchinhos franceses da Província de Savóia. Entre os alunos que compõem a segunda turma, em 1857, consta o nome do jovem João Francisco de Siqueira Andrade, o futuro Padre Siqueira.

No tempo de Seminário fez convergir todas as suas forças e energias ao estudo

persistente, o que enriqueceu a sua inteligência e os dotes recebidos de Deus.

O espírito de fé que o animava era fonte a revigorar as suas energias.

            Concluído o tempo de sua formação no Seminário Episcopal de São Paulo, de agosto de 1857 a maio de 1864, João Francisco de Siqueira Andrade é encaminhado ao Seminário Episcopal de Porto Alegre com Cartas Demissórias² expedidas pelo bispo de São Paulo, Dom Sebastião Pinto do Rego, em seu favor, no dia 25 de outubro de 1864.

 

Conteúdo da Carta: ³

 

“Aos Excelentíssimos e Reverendíssimos Senhores Patriarcas, Arcebispos e Bispos de todo o Orbe Católico aos quais cheguem as presentes letras, saudação sempiterna no Senhor.

              Dom Sebastião Pinto do Rego, por mercê de Deus e da Santa Sé Apostólica, Bispo Paulopolitano da Majestade Imperial e, pelos Conselhos, Comendador da Ordem de Cristo.

             Às vossas Excelências Reverendíssimas pedimos e rogamos que ao celebrarem as Ordens em geral ou peculiares, vos digneis promover à Primeira Tonsura Clerical e aos graus das Quatro Ordens Menores, bem como às Ordens dos sagrados Subdiaconado, Diaconado e  Presbiterado o nosso em Cristo dileto João Francisco de Siqueira Andrade, da Paróquia da Mãe de Deus da Conceição, vulgo – Cidade de Jacarehy – natural desta Diocese, filho legítimo de Miguel Nunes de Siqueira e de sua esposa Claudina Maria de Andrade, tendo sido julgado capaz quanto à sua Origem, Vida e Costumes e Patrimônio, depois que tiver sido examinado e aprovado em todas as Disciplinas Teológicas tratadas nos Vossos Seminários, e de ali ter apresentado  indubitáveis testemunhas de seu modo de viver e de vocação, feitos os exercícios de costume; ordenem também que lhe sejam dadas cartas referentes à sua promoção.

          Em testemunho do que foi dito, mandamos redigir esta carta assinada pela própria mão e munida pelo nosso selo.

          Dada nesta Cidade Imperial, no dia 25 do mês de outubro do ano de 1864. E eu Cônego Antônio Augusto de Araújo Muniz, Secretário da Cúria Episcopal, a redigi e a assinei.

+Sebastião, Bispo de São Paulo.

-Lugar do selo -      Molina

Regª f/10 do livro 37

São Paulo, 25 de outubro de 1864 Molina.”

 

       João Francisco dirige-se então, para o Seminário Episcopal de Porto Alegre, na Província fronteiriça de São Pedro do Rio Grande do Sul, onde era Bispo D. Sebastião Dias Laranjeiras. Foi prontamente acolhido por esse Bispo e conforme documentos existentes em nossos arquivos, o jovem galgou os degraus da hierarquia segundo o costume do tempo:

 

- Tonsura e ordens menores               26 de novembro de 1864

- Subdiaconato                                   27 de novembro de 1864

- Diaconato                                         04 de dezembro de 1864

- Sacerdócio                                       08 de dezembro de 1864

 

             Estava em festa a Igreja naquele 08 de dezembro de 1864.

             O mundo celebrava o primeiro decênio da Proclamação do Dogma da Imaculada Conceição da Virgem Mãe de Deus. Sobre aquele filho predileto Maria Santíssima velava desde o berço, e quis ainda lhe dar essa prova de amor, escolhendo o seu belo e radioso dia para dar-lhe a maior graça que aqui na terra alguém pode receber.

 

Livro:

PADRE SIQUEIRA -  O Profeta da Caridade

Autora: Irmã Neli do Santo Deus,cfa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2. Cartas de recomendação expedidas por um bispo em favor de um clérigo, para ordenação em outra diocese.

3. Tradução do Latim da Carta Demissória por Frei Alberto Bckhaüser,OFM, 24 de abril 2013. Sala Histórica EDNSA, PS-1-02.06.e A.02,07.

quarta-feira, 28 de julho de 2021


 

 


Isso é Profeta

 

O Profeta é um homem de Deus.

Falar, anunciar, denunciar os erros do presente, apontado melhoras para o futuro – eis a missão do Profeta.

Uma vez assinalado com o sinal de Cristo pelo Sacramento do Batismo e da Crisma, o homem é convidado a tornar-se um compromissado com a missão de Cristo, um batalhador do Reino, um Profeta.

O Batismo nos faz filhos de Deus, irmãos do mesmo
Cristo, consequentemente irmãos dos outros homens.

Infelizmente poucos são os que descobrem esta realidade.

O Padre Siqueira concebeu a vida de modo diferente. É sob a perspectiva cristã que ele vê as coisas. Acredita que todos somo irmãos e faz disto o ponto de partida de uma vida toda de amor e doação.

Compreende o Batismo como elo de fraternidade.

O seu Batismo, ele o vê como chamado a tornar os homens mais irmãos, o mundo mais fraterno, onde não haja tantas desigualdades, onde o pobre também tenha sua parcela de participação nos destinos da sociedade, e o rico partilhe o seu pão com o faminto.

Faz da palavra de Deus o seu escudo e a ela se dedica cuidadosamente.

O anúncio da Boa-Nova da salvação, ele realiza mais por sua vida que mesmo por palavras. Pois viveu em função dos que sofrem. Sua existência a empregou para amenizar o sofrimento alheio.

Denuncia os erros, não através da reprovação, da crítica, da violência. Denuncia sim, mas através de ação construtiva, corajosa e respeitosamente audaciosa.

O Padre Siqueira encontra o perfeito equilíbrio entre a reprovação do erro e o respeito à autoridade, usando do que diz o Evangelho: “sede simples como a pomba e prudente como a serpente” (Mt 10,16)

 

Livro: PADRE SIQUEIRA VOCAÇÃO E COMPROMISSO DE PROFETA

Autora: Irmã Jacinta Medeiros Gurgel,cfa


segunda-feira, 17 de maio de 2021

 





PADRE SIQUEIRA E O AMPARO DE MARIA

Irmã Lucinalva Soares da Silva, cfa

O Evangelista Lucas narra a passagem em que o Anjo Gabriel faz um grande anúncio da parte de Deus, à jovem Maria. Disse-lhe: “Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!” (Lc 1,28) [...] Eis que conceberás e darás à Luz a um filho e porás o nome de Jesus!”(Lc 1, 31). Ao dar o seu Fiat, não só a vida de Maria se transforma, mas a de toda humanidade. Ela se torna amparo do Divino. Como pode uma jovem ser Amparo de um Deus tão grande? Ao aceitar ser a mãe do Salvador, Ela se torna verdadeiro amparo, pois sabia que os desafios a serem enfrentados não eram poucos. Entretanto, não desanima e ampara o imenso projeto de Deus em sua vida.

Padre Siqueira, verdadeiro filho da Igreja, tinha certeza dos cuidados de Nossa Senhora para com a humanidade. Sempre teve plena confiança na proteção e sustentação de Maria Santíssima (como ele mesmo expressava) nas horas cruciais de sua vida. Quando intitulou a obra com o nome de Escola Doméstica de Nossa Senhora do Amparo, ele bem sabia o que representava AMPARO. Em meio há um contexto social cheio de muita miséria e abandono, onde “as meninas pobres, sobretudo “órfãs expostas aos perigos da miséria e a mil desgraças...” (Identidade da Educação Siqueirana.); se empenha em fundar uma Escola para acolher as pobres crianças. Verdadeiro patriota que era não mediu esforços para tentar amenizar a miséria da época através da Educação. Este foi seu maior desafio em meios a tantos contratempos encontrados, pois como ele próprio bem expressou: “A S. M, o Imperador Dom Pedro II, não apreciava a educação voltada para meninas pobres”. Mas a convicção do nosso Fundador e a certeza de que estava no caminho certo, era tão grande, que as dificuldades não o abateu. Sabia que a obra tão sonhada e almejada “não era dele, mas sim de Deus.” E assim agiu e realizou o seu sonho.

A devoção do Padre Siqueira para com a mãe de Deus (Theotokos) era de imensa confiança e proximidade. Seu nascimento aconteceu no dia 16 de julho em 1837, dia de Nossa Senhora do Carmo; foi batizado no dia 31 de julho de 1837, na matriz da Imaculada Conceição (Jacareí-SP), paróquia de origem, e ordenado no dia de Nossa Senhora da Conceição, 08 de dezembro de 1864, dez anos após o papa conceber a Maria o título de Imaculada Conceição e o torna dogma.

Maria esteve sempre nos fatos marcantes da vida do Fundador. Entre tantos títulos dados a Nossa Senhora, um só justifica o que ela representa. Para ele, Maria é mãe que Ampara, cuida, zela, sustenta e oferece proteção. Padre Siqueira tinha motivos dar a Obra o título de nossa Senhora do Carmo ou Imaculada Conceição. No entanto, opta para tão sonhada obra, o nome de Escola Doméstica de Nossa Senhora do Amparo. Só um verdadeiro filho da Igreja poderia confiar todo cuidado da obra à mãe de Deus. Só quem realmente se sentiu acolhido, amado, amparado em meio aos desafios da vida, sabe o que significa o amparo de Maria. Acredito que nas andanças, em prol de angariar recursos para a construção da escola, diante de tantos nãos e dificuldades, clamou muito por Amparo. Não via senão a Mãe de Deus presente em sua vida e nos acontecimentos. Ninguém, jamais, antes, neste País, tinha tanta confiança no Amparo de Maria, como o padre Siqueira. Para ele Amparo não só representava cuidado e proteção, mas a presença amorosa de Deus, através de sua Mãe.

Quando olhamos e refletimos sobre a obra Amparo, percebemos que o olhar do nosso Fundador era de Filho que confia e se entrega aos cuidados da Mãe, sem titubear. Como bom leitor e meditador da Palavra, onde acompanhou os passos de Maria, desde a anunciação até pentecostes, não teve nenhuma dúvida de que o cuidado de Nossa Senhora não lhes faltaria.

Assim, como nosso Fundador, queremos nos colocar sob o amparo de Maria, e nos entregarmos aos seus cuidados. Peçamos-lhes que Ela interceda por todos nós, filhas e filhos, no contexto de mundo atual que atravessamos, de dor e sofrimento, causados pela pandemia. Que possamos sentir o amparo de Maria sempre a nos embalar. Amém!


quarta-feira, 31 de março de 2021

Amparo, 150 Anos sob o Amparo de Maria

 






150 Anos sob o Amparo de Maria

Celebramos os 150 Anos da inauguração da Escola Doméstica de Nossa Senhora do Amparo, nossa Casa Mãe, em Petrópolis/RJ.

A graça de Deus que fecundou o coração de nossos Fundadores, também nos atingiu e hoje, cheias de júbilo entoamos cânticos de louvor e ação de graças ao Pai das Misericórdias que nos chamou e nos enviou para dar continuidade a OBRA e viver o AMPARO de Deus no mundo.

    "O Amparo em 22. 01. 1871 inaugurou a primeira casa de Educação para meninas pobres no Brasil em Petrópolis.

Padre Siqueira à frente de tudo, com imenso júbilo, após a missa celebrada pelo Internúncio Apostólico, ás 9 horas da manhã, faz um belo discurso de improviso sobre o amor.

Estavam ali a Família Imperial, 30 crianças e o povo de Petrópolis, amigos e benfeitores.

A emoção tomou conta de todos e o jornal do comércio diz: Padre Siqueira, cujo nome, coberto de bênçãos, começa a pertencer à posterioridade, atendendo “as mais palpitantes necessidades da família brasileira: a elevação da mulher pela instrução e o amparo da virtude pelo trabalho”.

Em 22. 01. 2021 o Amparo comemorou seus 150 anos com uma missa celebrada pelo nosso Bispo Dom Gregório Paixão e mais cinco Sacerdotes. Momento de muita emoção! Por conta da pandemia, nos fez convidar apenas representações: duas alunas e seus pais, uma ex-aluna, irmãs educadoras, professora, médico, benfeitor, autoridade e o advogado da casa.


Imagem criada com IA 6. Em 1869, continua suas viagens (Ipeg06) “Hoje, dia 14 de Janeiro [acrescentamos de 1869], partimos para a faze...